Texto preliminar do curta
Crispim era um jovem pescador que saiu para pescar num certo dia e voltou sem peixe algum. Com fome e muito revoltado Crispim rejeitou a sopa de ossos que sua pobre mãe fizera e pegou um osso, o maior deles o "corredor" e bateu nela até a morte. Antes de morrer a mãe roga-lhe uma praga que ele se tornaria um monstro horroroso a vagar pelo rio Parnaíba até encontrar sete marias virgens.
O curta vai dar a idéia de que o Cabeça de Cuia já encontrou seis Marias e precisa da sétima para desencantar-se.
Eu e Ciça pensamos em montar um texto que tivesse a cara do Nordeste e nada melhor que a literatura de cordel, fizemos o texto em sextilhas (estrofes de seis versos e sete sílabas poéticas), para narrar a lenda.
A Sétima Virgem
Do fundo do rio Poty
Em noite de lua cheia
Surge o Cabeça de Cuia
Assustando quem rodeia
Busca a sétima Maria
O final da sua cadeia
Ser monstruoso a espreita.
Maria, ande com Cuidado!
Esperando o momento,
Sorrateiro e danado,
O Cabeça de Cuia quer
Ver seu feitiço acabado
Sua maldição se explica
Pelo seu ato maldito
Quando lembra do passado,
Escuta o último grito
Depois de bater na mãe
Foge da casa aflito
Daquele dia em diante
Crispim monstro se tornou
E quer a última Maria
Virgem que ele encontrou
Que ela seja a salvação
Da praga que a mãe rogou
De repente um rapaz
Entre o Cabeça e Maria
Lindo, forte, sai do barco
E a convida para a magia
Maria sai a namorar
E o Cabeça só vigia.
Ele tenta, não consegue
Maria é de um outro alguém
Perde a oportunidade,
De virar gente também
Volta pro fundo do rio
Continua sem ninguém
Depois de uma conversa com nosso orientador ficou decidido retirar uma estrofe que não significava muito para a narrtiva:
"Cabeça tem a certeza
Flor no peito é o sinal
Com seu instinto voraz
Forte como um animal
Procura o melhor lugar
Para praticar o mal."
Na última estrofe em vez de usar os versos:
"Furioso rouba barcos
e navega sem ninguém"
criamos uma nova estrofe com mais significado e substituimos.
"volta pro fundo do rio
continua sem ninguém"
O curta vai dar a idéia de que o Cabeça de Cuia já encontrou seis Marias e precisa da sétima para desencantar-se.
Eu e Ciça pensamos em montar um texto que tivesse a cara do Nordeste e nada melhor que a literatura de cordel, fizemos o texto em sextilhas (estrofes de seis versos e sete sílabas poéticas), para narrar a lenda.
A Sétima Virgem
Do fundo do rio Poty
Em noite de lua cheia
Surge o Cabeça de Cuia
Assustando quem rodeia
Busca a sétima Maria
O final da sua cadeia
Ser monstruoso a espreita.
Maria, ande com Cuidado!
Esperando o momento,
Sorrateiro e danado,
O Cabeça de Cuia quer
Ver seu feitiço acabado
Sua maldição se explica
Pelo seu ato maldito
Quando lembra do passado,
Escuta o último grito
Depois de bater na mãe
Foge da casa aflito
Daquele dia em diante
Crispim monstro se tornou
E quer a última Maria
Virgem que ele encontrou
Que ela seja a salvação
Da praga que a mãe rogou
De repente um rapaz
Entre o Cabeça e Maria
Lindo, forte, sai do barco
E a convida para a magia
Maria sai a namorar
E o Cabeça só vigia.
Ele tenta, não consegue
Maria é de um outro alguém
Perde a oportunidade,
De virar gente também
Volta pro fundo do rio
Continua sem ninguém
Depois de uma conversa com nosso orientador ficou decidido retirar uma estrofe que não significava muito para a narrtiva:
"Cabeça tem a certeza
Flor no peito é o sinal
Com seu instinto voraz
Forte como um animal
Procura o melhor lugar
Para praticar o mal."
Na última estrofe em vez de usar os versos:
"Furioso rouba barcos
e navega sem ninguém"
criamos uma nova estrofe com mais significado e substituimos.
"volta pro fundo do rio
continua sem ninguém"


1 Comments:
Não fique na moleza de ser uma poetisa, as duas vão ter que se transformar em poetisas 3d!
Bem vinda ao grupo.
Postar um comentário
<< Home